A visão tradicional sobre ganho de peso é a de que seria um simples balanço entre o que você consome de energia (calorias) menos o que gasta com suas atividades diárias. Portanto, para ganhar peso, haveria algum problema em um dos “big two”: dieta inadequada e/ou sedentarismo.Por mais que isso seja uma verdade, cada vez mais a ciência tem descoberto outros fatores que contribuem para o ganho de peso. Neste artigo, explicarei alguns destes mecanismos que nos “sabotam”.O primeiro deles é a duração do sono. Estudos mostram que dormir menos de 6 horas por dia aumenta em quase 3 vezes o risco de ganhar peso.
O pior é que esse efeito é particularmente mais importante entre os 20 e 39 anos de idade, faixa etária em que os jovens adultos estão ingressando no mercado de trabalho e possivelmente reduzem o seu sono. Não é só a falta de sono que gera ganho de peso: outro estudo demonstrou que dormir mais de 9 horas por dia se associava a maior ganho de gordura visceral, que é o pior tipo de gordura. Além disso, aumenta a chance de ganho de peso quando o indivíduo pratica o chamado “jet lag social”, que é o hábito de dormir pouco durante a semana e compensar dormindo muito no final de semana. Se você tem dificuldade de dormir e acordar cedo, e prefere a noite, pode ter o cronotipo noturno ou vespertino. Infelizmente, este é um padrão que também leva a maior risco de obesidade, em parte porque quem tem hábito de dormir mais tarde acaba dormindo menos durante a semana de trabalho que os demais. Ainda no campo do sono, a presença de apneia obstrutiva do sono, que cursa com roncos e engasgos noturnos, também é outro fator para ajudar com ganho de peso.O ser humano é programado para estar mais ativo durante o dia, pois possui, como outros mamíferos, um ritmo circadiano que orienta diversas funções.
Há evidências que a alimentação deveria respeitar também este padrão, isto é, deveríamos nos alimentar mais durante o dia. Por isso, indivíduos que fazem mais refeições a noite ou trabalhadores noturnos tem maior risco de obesidade.Chama-se de tempo de tela todo tempo que se gasta em frente a mídias audiovisuais, como televisão, celular, computador e notebook.
Especialmente em crianças, passar muito tempo na frente da tela parece se associar a maior ganho de peso.Já os disruptores endócrinos são substâncias que tem a capacidade de atrapalhar o funcionamento do nosso sistema endócrino e do metabolismo. São encontrados em plásticos na forma de bisfenóis e ftalatos; itens de cuidado pessoal, na forma de parabenos; alimentos como soja, que contém fito estrógenos. Além de tudo, a temperatura e altitude onde vivemos influencia nosso ganho de peso. Estudos tem demonstrado que morar em altitudes mais baixas e climas mais quentes favorece o ganho de peso.Finalmente, temos diversas outras causas que nos fazem ganhar peso, como: uso de alguns medicamentos que podem aumentar o apetite, gestações principalmente em idade mais tardia, maior taxa de urbanização, intervalos de almoço curtos e ingestão da “dieta de cafeteria” e até efeitos ambientais que ocorram enquanto ainda estamos dentro do útero da mãe.
Com toda essa quantidade de fatores jogando contra, ainda assim não devemos desanimar. Perder peso de forma saudável é possível contanto que se tenha acompanhamento profissional com equipe multidisciplinar (médico endocrinologista, nutricionista, treinador físico). Além disso, as opções de tratamento medicamentoso têm aumentado muito nos últimos anos, consulte seu endocrinologista para se informar.
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