Insulina é um hormônio produzido no pâncreas, através das células beta, cuja função é fundamental não só para o metabolismo de carboidratos (manutenção dos níveis de açúcar no sangue), mas também para diversas outras vias anabólicas do corpo. No diabetes tipo 1 há destruição auto-imune destas células, e falta de insulina.
Vale destacar que também o diabetes tipo 2 pode cursar com perda progressiva de insulina, então muitos pacientes com esse tipo de diabetes podem precisar usar o hormônio em algum momento da doença. Para esse artigo, você precisa saber que a insulina se liga em receptores em todas as células e que permite à glicose entrar na célula e ser utilizada para gerar energia. Vou explicar aqui quais tipos de insulina que o endocrinologista tem à disposição e para que serva cada tipo. Basicamente, podemos dividir as insulinas em dois grandes grupos:
As insulinas basais tem uma ação mais prolongada. Nosso corpo, em situações normais, produz insulina sem parar. Isso porque o açúcar do sangue não vem só do que comemos. Nosso organismo tem a capacidade de produzir glicose – principalmente no fígado – porque temos órgãos que só trabalham com glicose – como o cérebro, por exemplo. Olhe na figura abaixo como normalmente nosso pâncreas funciona:
Uso de insulina de longa duração e duração intermediária como insulina basal.
Reparou que há uma produção de insulina mesmo à noite ou entre as refeições? No gráfico essa produção parece relativamente constante, mas na vida real nem sempre é assim. De qualquer forma, o endocrinologista usa as insulinas de longa ação ou basais de duas formas, em geral:
Uso de insulina de longa duração e duração intermediária como insulina basal.
Agora ficou mais fácil de entender. Este tipo de insulina serve para cobrir as refeições. Portanto, tem a característica de fazer um pico de ação mais rápido e durar menos tempo no sangue. A insulina regular, que é idêntica à humana, está nesse grupo, porque tem uma absorção relativamente rápida. No entanto, deve ser aplicada 30 minutos antes da refeição. Para facilitar, com o tempo foram desenvolvidas as insulinas “ultrarrápidas”, que sofreram modificações para facilitar a absorção e agirem mais rápido: elas podem ser aplicadas 10-15 minutos antes da refeição.Essas insulinas ultrarrápidas também são as insulinas usadas nas bombas de insulina: estes dispositivos (que abordaremos em outro post no futuro), possuem a capacidade de infundir continuamente a insulina, simulando um pouco melhor a fisiologia humana.
A insulinização plena compreende uma (ou mais) dose de insulina BASAL, associada a doses de insulinas PRANDIAIS em cada refeição.
A insulina pode ser aplicada de várias formas:
Adaptado da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD)
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